quarta-feira, 20 de junho de 2012

CROMOTERAPIA NA ESTÉTICA/VETERINÁRIA

Start:     Jun 23, '12 09:00a
End:     Jun 23, '12 6:00p
Location:     ARAÇOIABA DA SERRA

sábado, 16 de junho de 2012

QUIROPRAXIA

Quiropraxia



Foto de homem recebendo tratamento de quiropraxia

O que é a Quiropraxia?

A Quiropraxia é um recurso terapêutico conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS) em que se dedica principalmente ao diagnóstico, tratamento e prevenção de problemas nas articulações, músculos, tendões 
e nervos. 

Como surgiu?

A manipulação do corpo humano visando o restabelecimento da saúde e bem-estar foi praticada por diversos povos da antiguidade, mencionada até por Hipócrates e médicos da Grécia antiga. Mas a descoberta da Quiropraxia é atribuída a Daniel David Palmer em 1895. O termo Quiropraxia é derivado de duas raízes gregas:Quiros (mãos) e Práxis (exercer, praticar), ou seja, “praticar com as mãos”.

Quais os principais problemas tratados pela Quiropraxia?

▪ Dores de cabeça, pescoço e tensões musculares. 
▪ Dores na coluna lombar, nervo ciático e Hérnia discal.
▪ Problemas nas articulações do ombro, cotovelo, punho, joelho e tornozelo.
▪ Restrições à movimentações, DORT/LER...

Qual a causa desses problemas?

As atividades comuns do dia a dia, os movimentos repetitivos e posturas viciosas podem fazer com que as articulações do corpo, principalmente da coluna vertebral percam seu alinhamento ou movimento normal. Esses distúrbios funcionais da coluna vertebral podem levar conseqüências como descrito na linguagem dos quiropraxistas pelo termo subluxação. O objetivo é encontrar as subluxações (desalinhamentos) das vértebras para poder ajustá-las no lugar devido. 

Como é feito o diagnóstico? 

O diagnóstico é feito após uma entrevista específica (anamnese) e exame clínico que inclui análise postural, a realização de teste ortopédicos, neurológicos e palpação cuidadosa de articulações, músculos e outras estruturas afetadas. Caso sejam necessários exames complementares como Raio-X, Tomografia e Ressonância Magnética serão solicitados. Estas dados são fundamentais para o tratamento apropriado.

Como é realizado esse tratamento? 

O objetivo do tratamento com a Quiropraxia é de conservar o Sistema neuro-músculoesquelético sem a utilização de nenhum medicamento ou procedimento cirúrgico. Por meio de técnicas manuais, incluindo o ajuste ou a manipulação articular, exercícios e orientações posturais, os quiropraxistas visam reduzir as dores e tensões proporcionando uma movimentação normal ou ideal. O tratamento é feito com objetivo de corrigir e previnir problemas articulares. Normalmente, observa-se uma diminuição importante da dor, relaxamento muscular, aumento da mobilidade e restauração da função articular. 

Quanto tempo dura o tratamento e a recuperação? 

O início do tratamento requer mais sessões que podem ser diariamente ou até mesmo 3 vezes na semana, mas geralmente ocorre redução da freqüência conforme o resultado apresentado e a melhora dos sintomas do quadro clínico. É normal que muitos tratamentos durem entre um e quatro meses, mas o objetivo é que a recuperação aconteça no menor tempo possível. Vale lembrar que o tempo de recuperação depende de vários fatores como: idade, estilo de vida, duração do problema, alimentação, atitude e cooperação na prevenção.

Foto de mulher recebendo tratamento de quiropraxiaA Quiropraxia pode ser aplicada em pacientes de que idade?

Independente de jovem ou velho, criança ou adulto, as vértebras da coluna podem se encontrar desalinhadas ou desviadas, o que faz uma compressão nos nervos causando disfunções articulares e outros desequilíbrios significantes para saúde. A Quiropraxia vem melhorando a qualidade de vida das pessoas da 3° idade freqüentemente, pois os pacientes acima de 65 anos correspondem simplesmente uma média de 15% das pessoas atendidas em consultório. 


Que benefícios ela pode trazer para as mulheres?

Muitas mulheres que fazem Quiropraxia pela 1° vez para corrigir disfunções nas vértebras ou principalmente para tratar dores na região da coluna lombar ficam felizes com o alívio das dores menstruais também. 

A Quiropraxia é ideal para melhorar a performance atlética?

Tratamentos regulares de Quiropraxia podem fazer realmente a diferença entre a 1° e a 2° colocação. Um grande número de quiropraxistas estão cuidando de atletas de elite e equipes esportivas, como por exemplo nos Jogos Pan-Americanos de 2007, nos Jogos Olímpicos de Barcelona e Atlanta.

Quais os sintomas mais comuns apresentados? E esse tratamento de “quiro” pode ser aplicado no trabalho?

Quando a coluna vertebral sofre desalinhamentos, o que provoca distensão dos ligamentos e músculos, surge o grande problema para o paciente, pois pode provocar o fechamento dos espaços entre as vértebras, pressionando os nervos que passam no local e dificultando o fluxo nervoso. E tendo em vista qualquer tipo de profissão, a Quiropraxia devolve o funcionamento normal da coluna comprometida pela má postura ou esforços que exercem sobre o corpo. Muitas empresas oferecem esses serviços para saúde de seus funcionários. 

A Quiropraxia é realmente boa para manutenção da saúde? Como ela é vista em relação à medicina atual?

Sim. Existe muita eficácia com ajustes manuais, contudo as interferências são removidas permitindo que o Sistema Nervoso tenha pleno estado de equilíbrio (chamado de “Homeostase”), assim a quiroprática não visa o tratamento de doenças isoladamente.  Milhares de pessoas em toda parte do mundo recebem os maravilhosos benefícios do tratamento de Quiropraxia com a finalidade de melhorar a qualidade de vida. Atualmente, a Quiropraxia está hoje entre as três maiores profissões na área de saúde, na América do Norte e Europa, sendo a segunda em posição, superada apenas pela Medicina.

terça-feira, 12 de junho de 2012

ALMAS GÊMEAS

Dizem que para o amor chegar não há dia... Não há hora... E nem momento marcado para acontecer. Ele vem de repente e se instala... No mais sensível dos nossos órgãos... o coração. Começo a acreditar que sim... Mas percebo também que pelo fato deste momento... Não ser determinado pelas pessoas... Quando chega, quase sempre os sintomas são arrebatadores... Vira tudo às avessas e a bagunça feliz se faz instalada. Quando duas almas se encontram o que realça primeiro... Não é a aparência física, mas a semelhança das almas. Elas se compreendem e sentem falta uma da outra.... Se entristecem por não terem se encontrado antes... Afinal tudo poderia ser tão diferente. No entanto sabem que o caminho é este... E que não haverá retorno para as suas pretensões. É como se elas falassem além das palavras... Entendessem a tristeza do outro, a alegria e o desejo... Mesmo estando em lugares diferentes. Quando almas afins se entrelaçam... Passam a sentir saudade uma da outra... Em um processo contínuo de reaproximação... Até a consumação. Almas que se encontram podem sofrer bastante também, Pois muitas vezes tais encontros acontecem... Em momentos onde não mais podem extravasar... Toda a plenitude do amor... Que carregam, toda a alegria de amar... E de querer compartilhar a vida com o outro, Toda a emoção contida à espera do encontro final. Desejam coisas que se tornam quase impossíveis, Mas que são tão simples de viver. Como ver o pôr-do-sol... Ou de caminhar por uma estrada com lindas árvores... Ver a noite chegar... Ir ao cinema e comer pipocas... Rir e brincar... Brigar às vezes, Mas fazer as pazes com um jeitinho muito especial. Amar e amar, muitas vezes... Sabendo que logo depois poderão estar juntas de novo... Sem que a despedida se faça presente. Porém muitas vezes elas se encontram em um tempo... E em um espaço diferente... Do que suas realidades possam permitir. Mas depois que se encontram... Ficam marcadas ... tatuadas... E ainda que nunca venham a caminhar para sempre juntas... Elas jamais conseguirão se separar... E o mais importante ... Terão de se encontrar em algum lugar. Almas que se encontram jamais se sentirão sozinhas... Porquanto entenderão, por si só, a infinita necessidade... Que têm uma da outra para toda a eternidade.

terça-feira, 5 de junho de 2012

MENSAGEM DA ÁGUA

Masaru Emoto, cientista japonês, demonstrou como o efeito de determinados
sons, palavras, pensamentos, sentimentos alteram a estrutura molecular da água.

A técnica consiste em expor a água a esses agentes, congelá-la  e depois fotografar
os cristais que se formam com o congelamento.

Verificou que a molécula de água de uma nascente quando congelada era diferente...

 

DA MOLÉCULA DE ÁGUA EM UM RIO POLUÍDO.

ENTRE AS VÁRIAS EXPERIÊNCIAS, O DR.  EMOTO COLOCOU ÁGUA ENTRE DOIS AUTO-FALANTES
QUE EMITIAM DIVERSOS SONS E, APÓS ALGUM TEMPO, CONGELOU A ÁGUA E FOTOGRAFOU
OS CRISTAIS QUE SE FORMARAM.

Molécula de água exposta à energia do som da Ária para corda em Sol, de Bach:

A mesma molécula de água exposta ao som de um ROCK HEAVY METAL:

Molécula de água exposta ao som de um “muito obrigado.”:

  

Molécula de água exposta ao som de “UMA AMEAÇA DE MORTE”:

Molécula de água exposta ao “SOM DA VOZ DE UM MILITAR TIRANO”:

AMOR E ADMIRAÇÃO:

PASTORAIS DE BETHOVEN:

Aos que buscam comprovação da atuação das terapias florais, 
os cristais d’água com essência de camomila:

 

Nós, seres humanos, somos compostos de 70% de água!

Se um simples obrigado muda uma molécula de água, imaginem o que pode fazer as palavras que chegam
e emanam do ser humano, em nossos corpos carregados de água!!!
Preces em qualquer religião, palavras de amor de qualquer povo, fraternidade de qualquer cultura,
encorajamento de amigos, conselhos de amor e retidão de pais e professores.
Se acontece fora do nosso corpo, ocorrerá dentro dele também! 

Da mesma forma, qualquer palavra resultado de um sentimento de ódio, inveja, vingança, etc...
carrega uma energia e vibração má e destrutiva que é captada pela água, e também pelos líquidos
daqueles que recebem estas palavras, podendo resultar em doenças!  


Mas não só aos outros faz mal a palavra proferida, pois vibra mais forte naquele que a produziu,
causando mal maior nele próprio, captada em sua própria água orgânica! 

Porém, se nossos pensamentos e sentimentos, antes de virarem palavras e ações, forem de amor,
verdade, retidão... conseguiremos  reestruturar nossas vidas, dando-lhes felicidade, saúde e beleza interior!

Qual a molécula que  nós queremos dentro de nós?

A molécula dos bons sentimentos,

ou a dos sentimentos poluídos??

Reflita nisto: tomar água é necessário à vida, porém tê-la em uma vibração superior,
uma cristalização superior, depende principalmente de nós mesmos.
De nossos  pensamentos, sentimentos, e... palavras!

quinta-feira, 31 de maio de 2012

PATELA

Patela em alta

A patela é um aparelho verdadeiro sesamóide incluído no extensor. 
A cartilagem articular da patela é mais fina do que o fêmur ou tíbia. Sua porção central não tem um adequado suprimento sangüíneo, reduzindo assim o seu poder de regeneração. O alinhamento é definido como: A posição correta ou o estado de ajuste entre as partes e sua relação mútua. tem duas funções básicas: - recolher anexos musculares diferentes, que são quadríceps em um, o tendão patelar - harmoniosamente distribui as tensões e melhora o desempenho biomecânico do quadríceps. Há muitas divergências sobre o que é a função da patela , mas acreditamos que é funcionalmente o link do mecanismo extensor do joelho. Aumenta o braço de alavanca eficaz do quadríceps, na extensão de flexão do joelho ou resistir a ela. Graças à tróclea patela e femoral que desliza pela força exercida pela quadríceps dirigidos obliquamente para cima e ligeiramente externo torna-se uma força estritamente vertical que sucede na realização da extensão do joelho. Seu deslocamento é o dobro do seu tamanho (8 cm) e girando sobre um eixo transversal.Colete todos os ventres musculares quatro do músculo quadríceps, centralizando suas tensões e transmitir o tendão patelar proporciona o contato com o fêmur uma área de cartilagem hialina, um material que é muito melhor do que o tendão de resistir a cargas de compressão e permite a transmissão da força de aplicação do quadríceps, sem perda devido ao atrito ao longo de todo o comprimento. A patela é posicionado entre a terminação do tendão do quadríceps (músculo da coxa anterior e mais poderoso do corpo) acima e abaixo se estende ao tendão patelar. Protegido por dois ligamentos lateral e no exterior. Tem um papel de protecção do tendão do quadríceps, a lesão faz perder até 30% da força de que o músculo. A patela condropatia, é uma condição patológica da cartilagem patelar que começa nas camadas mais profundas da mesma, considera-se como uma parte normal do envelhecimento, ou como uma reacção contra as forças de cartilagem articular anormais.alta patela e ângulo Q aumentado são os fatores mais importantes de instabilidade, facilmente obtidos por radiologia convencional. é o ângulo entre o aparelho extensor do joelho, e quais são os quadríceps e tendões patelares. Em cerca de 15 homens e nas mulheres 17 º se superior a 20 ° é considerado anormal. Sempre é medida na posição supina e para comparação. Para a medição da goniómetro tomarmos como pontos de referência; ASIS ramo fixo (anterior espinhas ilíacas superiores), fulcro no centro do ramo tuberosidade patela e tibial móvel. A patela anormalmente elevada é facilmente perceptível para ver uma gordura alargada suprapatelar ou o sinal do camelo . Além disso, se as pernas flexionadas em 90 graus sentados rótulas apontando para o teto. De uma forma ainda mais simples,radiologicamente pode ver se é muito alto. Foi realizada uma radiografia AP do joelho e puxando uma tangente para os côndilos, desenhe uma linha abaixo da linha da patela ápice tangente, se for superior a 20 mm é positiva. dores no pólo inferior da patela são comuns na patologia do tendão patelar. Tendo a alta patela , faz com que o tendão a trabalhar em tensão e começa a formar um esporão sobre o pólo inferior que são difíceis de diagnosticar. Idealmente, nestes casos faria um MRI. para a junta inferior bola deve atingir um alongamento de duas estruturas que podem ser influenciam a sua posição, tendões encurtados que criam um défice já mencionado no.E especialmente o suprapatelar, para o qual existe um exercício muito interessante e eficaz. O paciente é supina na maca com a perna afectada pendurado no joelho da parte caudal do mesmo. Nós bloquear o joelho em flexão bem com uma barra de maca própria ou um fixador externo e por eletroestimulação dos músculos vasto medial , olhar para esse alongamento.
 Para patela alta deve fortalecer os músculos em ligeira flexão e extensão total que vai sair da tróclea femoral corroendo o importante é que você faz fémur.Lotrabalho agachamento excêntrico, dão resultados muito bons.Fortalecer tendão corretamente (parece ter funcionado ao longo dos extensores, negligenciando flexor) e vasto medial trabalho ou com a isométricos clássicos em casa ou você encontra o banco Colson , em um centro de reabilitação, trabalhar com extensões nos últimos 30 graus, com alta carga e rotação externa dos pés, moderada (3-5 séries de 8-12 repetições, lenta, 2 conjuntos de plena carga semi-ângulo para aquecimento). Não utilize a cadeira quadríceps dos ginásios pode ser prejudicial porque lhe falta a "invenção" de um eixo mecânico para coincidir com o joelho. Pode ser motivo de desgaste "livre" da cartilagem articular. Nas juntas de bola superioresnecessário ajustar a descida do mesmo. Nos casos em que o tendão patelar é extremamente longa pode realizar tenodese (fixação cirúrgica de um tendão a um osso) para diminuir o comprimento efectivo. ter informação relacionada com a rótula (ou patela) maior no tendinite patelar , que começou no este link . Causas: hipertonia do quadríceps, isquiotibiais hipotônico ou ambas as razões de uma vez. O fator postural e cadeias musculares desorganizadas são a razão mais comum da mesma. Então nós temos que ver o que acontece com a coluna, está localizado ilíaco, sacro, a rotação da tíbia e do pé. deve: - isquiotibiais Tone (duas pernas) . - Dê quadríceps elasticidade por esticão - bandagem funcional para diminuir a patela do joelho, há que fazer isso geralmente tem um furo central que acomoda a patela eo efeito é diminuir e centrado então se você tem um pouco lateralizados também ajuda. que os rolamentos estão em uma posição muito alta pode ser o fator que predispõe a sofrer de condromalácia patelar . Em esta animação , você pode ver os efeitos de contração e relaxamento do quadríceps.Tanto a montanha ea moto estão exigindo que parte do joelho. No primeiro caso, sofreu muito durante as quedas no peso e, segundo, se você usar uma posição de baixo da sela ou você tende a usar longas desenvolvimentos, você deve rever a sua actividade antes do aparecimento da lesão e as configurações de suas bicicletas . Quanto ao fortalecimento do quadríceps , mas não alterar a posição alta das dobradiças, se puder ajudar a estabilizar e centralizá-los, mas tendo o problema que você tem, você pode querer fazê-lo através de exercícios isométricos com os joelhos em extensão; caso contrário, volte para forçar estas estruturas. A eletroestimulação também pode ser útil. A melhor maneira de tratar uma patela alta está trabalhando em programação de extensão do joelho em cadeia é em reto femoral, com boa trabalho flexível este músculo, a patela desce rapidamente aliviar os sintomas, é a maneira mais rápida e fácil, falar com alguém que pode lidar com o que é RPG (Postural Global Re-educação).método original, utilizando a distância de medição de radiação-patelar intercóndilo projecção dinâmica frente técnica é proposto para a medição da radiação original do elevado rótula. A técnica consiste em radiografias tiradas com uma distância focal de um metro, com o indivíduo em posição horizontal, enquanto mantém uma contração sustentada do quadríceps. Esta contracção pode levantar as juntas de bola em atitude de subida máximo, tal como acontece no final da fase de balanço da marcha, tentando reproduzir a condição fisiológica para o estudo de raios-X. Finalmente, variações anatómicas nos ossos do joelho pode ocorrer de tal modo que um lado do sulco femoral é menor do que o normal. Isto cria uma situação em que a ranhura é muito baixa, tipicamente no lado de fora do joelho.As pessoas que têm uma ranhura de baixo, por vezes, têm o seu deslizamento da patela no sulco, causando uma luxação da patela .Este não é apenas doloridos quando isso acontece, pode danificar a cartilagem articular abaixo da patela. Se isso acontecer repetidamente, a degeneração da articulação femoropatelar vai muito rápido. Pessoas que têm uma bola alta representa um perigo deluxação da patela . Nesta condição, a patela no fémur senta na sua parte superior, onde a ranhura é muito baixa. Aqui, os lados da ranhura femoral fornecer apenas uma barreira pequena para manter a patela alta no lugar. A forte contração do músculo quadríceps pode facilmente puxar a patela sobre a borda e sulco, levando a luxação da patela. Patela alta é mais comum em meninas, especialmente aqueles que têm flacidez generalizada (frouxidão) em suas articulações. 
Patela baixa: 

Por definição, patela baixa é um quadro de dor anterior no joelho, associado a limitação de movimentos 
em qualquer grau, limitação da mobilidade patelar, havendo uma confirmação radiológica de uma patela em 
posição inferior à média normal de altura patelar, em
um paciente submetido a cirurgia prévia ou a algum tipo de tratamento gessado no joelho acometido


A literatura é discordante a respeito das causas que 
levam a uma patela baixa. Caton & col. 

dividem as 
patelas baixas em dois grupos: o primeiro, associado a 
uma insuficiência ou inibição reflexa do quadríceps com 
ou sem retração tissular; o segundo, associado a uma cirurgia do aparelho extensor.
, por sua vez, associa a patela baixa à distalização excessiva da tuberosidade anterior da tíbia, citando a cirurgia de Hauser como 
a causa principal desta patologia.





Condromalacia (Condropatia Patelar)

Condromalacia ou Condropatia Patelar






A condromalacia ou condropatia "Condro = Cartilagem, patia=patologia ( Doença na cartilagem)" é apresentada pelos seguintes sintomas: dor no joelho na região anterior (na frente do joelho) comum em mulheres. As alterações da cartilagem hialina tendem a evoluir rapidamente e podem levar a inaptidão funcional articular, estando entre as causas mais freqüentes de inaptidão crônica. A reclamação mais importante de pacientes com a SDPF é a dor retropatelar durante atividades como correr, agachar, subir e descer degraus, andar de bicicleta e ao saltar. Uma vez iniciado esse processo patológico, que freqüentemente se torna um problema crônico, o indivíduo é forçado a parar com a prática de esportes e outras atividades. 






A cartilagem hialina é um tecido altamente especializado em resistir a forças de compressão, sendo sua função principal a de facilitar o movimento entre as superfícies articulares, porém, facilmente danificada pelas forças de tensão, tendo uma capacidade regenerativa limitada e estando freqüentemente envolvida em traumas, patologias inflamatórias e degenerativas. As alterações da cartilagem hialina tendem a evoluir e podem rapidamente levar à inaptidão funcional da articulação, estando entre as causas mais freqüentes de inaptidão crônica como no caso da condromalacia.



Etiologia da condromalacia patelar em praticantes das mais variadas modalidades esportivas, acometendo principalmente as mulheres e jovens.



Coxa Femoral ( Vista sagital)









A superfície articular da patela e a superfície articular contígua dos côndilos femurais podem ser afetadas por alterações degenerativas da cartilagem articular por um longo período de tempo, é caracterizada por dor, edema e crepitação retropatelarassociada ao desequilíbrio funcional do músculo quadríceps femuralespecialmente com a hipotrofia do músculo vasto medial e com o encurtamento do trato iliotibial.





A condromalacia é produzida pela ação compressiva anormal repetida sobre a cartilagem articular. Esta compressão anormal é derivada da não congruência e da diminuição da área de contato da articulação patelofemural (APF) quando uma subluxação ou deslocamento patelar for causado por um relacionamento anatômico e/ ou biomecânico anormal, podendo também ser causada por radiculopatia lombar e pinçamentos de nervos periféricos.






Classificação dos Graus de Condromalacia


















A cartilagem articular da patela é a mais espessa no corpo e não segue o contorno do tecido ósseo subcondral. Suas facetas articulares variam de pessoa para pessoa em tamanho, natureza, e número. As alterações metabólicas e morfológicas durante o envelhecimento da cartilagem contribuem para desordens tróficas e deterioração da função tecidual.











A habilidade da cartilagem para igualar tensões de contato entre superfícies articulares pode ser comprometida por ondulações no tecido ósseo subcondral e por alterações na sua composição química. Além disto, pode ser afetada por qualquer concentração de tensão gerada pelo excesso de atrito, o que pode reduzir seu conteúdo líquido. As propriedades mecânicas do tecido conjuntivo, como, por exemplo, a habilidade para resistir a tensões, compressões, torções e extensibilidade, são determinadas pela proporção de componentes da matriz extracelular 








A função da cartilagem articular depende da interação entre os componentes da MEC e o fluído intersticial que tem como destino as moléculas de proteoglicanos (PGs). Estando, portanto, este mecanismo de carreamento envolvido nos processos de regulação metabólica dos condrócitos e degeneração da MEC.Isto sugere que uma importante função da superfície articular seja prover uma baixa permeabilidade de fluídos, e, assim, sirva para restringir o fluído exsudato e aumentar a pressurização do fluído intersticial, preservando as propriedades físicas e biológicas do tecido em situações compressivas e de suporte de carga na articulação. As moléculas de PGs são ligadas, covalentemente, a cadeias laterais de glicosaminoglicanos (GAGs). Todas as moléculas de GAGs apresentam carga negativa e têm propensão para atrair íons, criando um desequilíbrio osmótico que resulta em PGs/GAGs absorvendo água dos tecidos adjacentes





O mecanismo inicial de lesão na condromalacia encontra-se na MEC da cartilagem, onde a rede de colágeno sofre rupturas, ocorrendo, a seguir, perda de PGs. Essa degradação da MEC modifica o microambiente dos condrócitos que se torna, por um mecanismo de feed-back, degenerativos e necrosados, da camada superficial até a profunda. A camada de cartilagem progressivamente desaparece e o tecido ósseo subcondral prolifera. Em um esta gio avançado a cartilagem estará completamente destruída, perdendo sua capacidade de regeneração.





Existem seis grandes fontes estruturais de dor patelofemural: tecido ósseo subcondral, sinóvia, retináculos, pele, músculo e nervo. Estas estruturas podem ser afetadas por muitos fatores, inclusive doenças sistêmicas.




A patela é o maior osso sesamóide do nosso corpo, encontrando-se dentro do tendão do músculo quadríceps e se articulando com a face patelar do fêmur para formar a APF três tipos de patela baseados na morfologia desse osso durante a observação em sentido axial. 



Esquema das Variações Anatômicas na Morfologia patelar




Tipo 1 .Facetas medial e lateral côncavas e equiparadas no tamanho.



Tipo 2. Faceta medial menor e lateral maior, ambas côncavas



Tipo 3. Faceta medial menor convexa e lateral maior côncava.




A estimativa do padrão clínico da força lateral, grau de força em valgo transmitida à patela com a contração do mecanismo muscular extensor do joelho, é avaliada medindo-se o ângulo do quadríceps, (ângulo Q) formado pela angulação de uma linha traçada entre a espinha ilíaca anterior superior (EIAS), o ponto central da patela e a tuberosidade da tíbia(sendo os valores normais 10°±5° para homens e 15°±5° para mulheres. Um ângulo Q aumentado significa força lateral maior exercida sobre a patela. Este fato pode, então, auxiliar a explicar a propensão da patela para instabilidade lateral




Esquema Ilustrativa o Ângulo do sulco

A. Plano da face articular do côndilo femural lateral 



B. Plano da face articular do côndilo femural medial.



C. Ãngulo do sulco.







Esquema Ilustrando o Ângulo Q




A estimativa do padrão clínico da força lateral, grau de força em valgo transmitida à patela com a contração do mecanismo muscular extensor do joelho, é avaliada medindo-se o ângulo do quadríceps, (ângulo Q) formado pela angulação de uma linha traçada entre a espinha ilíaca anterior superior (EIAS), o ponto central da patela e a tuberosidade da tíbia, (sendo os valores normais 10°±5° para homens e 15°±5° para mulheres. Um ângulo Q aumentado significa força lateral maior exercida sobre a patela. Este fato pode, então, auxiliar a explicar a propensão da patela para instabilidade lateral.




Deslocando o fulcro de movimento do mecanismo extensor do joelho para o fêmur, a APF produz uma vantagem mecânica, aumentando a força do músculo quadríceps na extensão do joelho. Por causa disto, considerável força é transmitida através da APF, força esta que pode variar de metade do peso corporal durante a deambulação até 25 vezes o peso do corpo quando se ergue um determinado peso com os joelhos fletidos a 90º.










Na extensão total do joelho, a patela está posicionada proximamente aos côndilos femurais e a crista mediana da patela, lateral ao centro do sulco patelar do fêmur. Durante a flexão, a patela entra no sulco patelar aproximadamente aos 15° a 20° de flexão. Quando a patela ocupa o sulco patelar, a crista dos côndilos tem a função de guia Todos os quatro músculos componentes do quadríceps formam o grupo de estabilizadores ativos da patela.




O desequilíbrio da relação patelofemural pode resultar de uma combinação de variáveis nan geometria óssea, função ativa e passiva dos tecidos nmoles, restrições e demandas funcionais. Como resultado, temos tensões desfavoráveis e diminuição da força muscular, excedendo o limite fisiológico dos tecidos e podendo resultar em dano à cartilagem, alterações degenerativas, excesso de tensão nas estruturas ligamentares, falha mecânica e desvios posturais da patela e suporte para prevenir as translações da patela no sentido lateral.





Tratamentos




Falando em tratamento de condromalacia, a divergência entre alguns médico e fisioterapeutas, que consiste no tratamento conservado ou cirurgico. Saliento que cada paciente apresenta um grau de severidade, então não existe um protocolo. O tratamento é individualizado independente da patologia .



Síndrome Fêmoro-Patelar


Existem diversas patologias relacionadas à articulação femoropatelar, sendo a síndrome fêmoro-patelar (SFP) uma das mais comuns e desafiadoras de tratar, compreendendo 25% dos diagnósticos nas clínicas ortopédicas e 30 a 33% dos casos na medicina esportiva e nos centros de reabilitação, ocorrendo mais freqüentemente em mulheres. 
A SFP resulta de um desequilíbrio das forças direcionadas à patela durante seu movimento normal. O paciente é geralmente jovem e ativo e sofre de dor retro-patelar e peri-patelar resultante de longos períodos sentado(sinal do cinema), agachado, ajoelhado, subindo ou descendo escadas, geralmente de início insidioso e progressão lenta. Estas atividades aumentam as forças compressivas da articulação femoropatelar que exacerbam a dor nestes pacientes, geralmente os pacientes relatam os sintomas após uso excessivo da articulação do joelho ou mudança da intensidade das atividades.
Clinicamente, sujeitos com dor femoropatelar relatam limitações na marcha, particularmente durante o subir e descer escadas e andar em planos inclinados. O desconforto associado com essas atividades geralmente resulta em modificação nos padrões da marcha, numa tentativa de reduzir as demandas musculares e, conseqüentemente, a dor. 
Dentre os fatores biomecânicos mais freqüentemente relacionados ao desenvolvimento da SFP, destacam-se o desequilíbrio estático e dinâmico. Entre as alterações no equilíbrio estático, alguns autores afirmam que anormalidades como pronação subtalar excessiva, aumento do ângulo Q, torção tibial externa, retração do retináculo lateral, dos músculos isquiotibiais e do trato iliotibial, patela alta ou baixa, medializada ou lateralizada, anteversão femoral, joelhos valgos e um comportamento patelar inadequado podem causar dor anterior do joelho. Entretanto, outros autores relacionam a SFP com o desequilíbrio dos estabilizadores dinâmicos, principalmente entre os componentes mediais e laterais e, mais recentemente, a porção oblíqua do vasto lateral, o vasto lateral oblíquo.
Considera-se atualmente o desequilíbrio da musculatura extensora, a insuficiência do VMO, a fraqueza dos músculos do quadril, a atividade excessiva, a diferença entre o início da contração muscular (onset) entre VMO e VL como fatores contribuintes para a origem da dor anterior no joelho. Nessa situação, ocorreria um desequilíbrio entre os músculos estabilizadores primários da patela.
 
A força gerada pelo músculo vasto lateral, não sendo adequadamente equilibrada pela força medial do vasto medial oblíquo, resulta em deslocamento lateral e mau alinhamento da patela. O músculo vasto medial oblíquo age como um estabilizador medial para a patela e mantém um alinhamento patelofemoral apropriado durante o movimento do joelho. O desequilíbrio entre o vasto medial obliquo e o vasto lateral resulta em um tracionamento anormal da patela, e conseqüentemente em dor. Então, o reforço muscular do vasto medial obliquo é crucial na reabilitação da síndrome da dor patelofemoral e o principal objetivo da reabilitação são os exercícios que devem modular as atividades relativas dos músculos nos lados medial e laterais para balancear a força de tração patelar. 
Para indivíduos com SFP há a hipótese de que a dor e o aumento dos estresses articulares anormais, conseqüentes do mau tracionamento da patela, possam levar à anormalidade na propriocepção do joelho. O tracionamento alterado afetaria a magnitude e a distribuição das forças atuantes na articulação femoropatelar, especialmente as pressões no interior da articulação. Desse modo, a sensação de compressão, incluindo a sensação de dor, poderia contribuir para a diminuição da propriocepção do joelho.
O tratamento conservador tem-se mostrado eficaz para a SPF, relatando êxito na reabilitação conservadora em 76%. Porém, se não tratada corretamente, na evolução da SPF ocorrem fissuras na cartilagem articular da patela, a partir destas fissuras a cartilagem pode iniciar um processo de desgaste mais acelerado que pode degenerar a cartilagem até o osso subcondral. Para que isso não ocorra, deve-se tratar da SPF e das suas alterações. Em aproximadamente 10 a 20% dos pacientes, o tratamento conservador não apresenta melhora significativa, com dor em atividades da vida diária ou em alguma atividade esportiva mais vigorosa. Indica-se em último caso o tratamento cirúrgico para casos de insucesso com o tratamento conservador, ou em casos de instabilidade patelar com episódios recidivantes de luxações. 
A reabilitação tem como objetivo restaurar a coordenação normal da atividade muscular, especialmente durante movimentos funcionais, usando fortalecimento dos estabilizadores dinâmicos da articulação femoropatelar, com ênfase no vasto medial oblíquo, alongamento dos músculos encurtados, controle motor, uso de modalidades terapêuticas e uso de antiinflamatórios. Estas intervenções podem ser associadas com um resultado clínico positivo incluindo a redução da dor, melhora da função e diminuindo a recorrência da dor. Uma vez que o tratamento conservador é sempre enfatizado como a primeira linha de ação em prol da reabilitação dos indivíduos acometidos por esta síndrome, é importante ao Fisioterapeuta ter pleno conhecimento quanto a biomecânica e as formas de tratamento da SFP utilizadas.

O que é dor femoropatelar?

Dor femoropatelar é um problema comum no joelho. A dor pode piorar quando você está ativo ou quando você se senta por um longo período de tempo e pode estar presente em um ou ambos os joelhos. “Uma dor aguda e frequente sob ou ao redor da frente da patela (rótula), onde ele se conecta com a extremidade inferior do fêmur. Esta dor piora com as atividades como subir ou descer escadas, ajoelhar-se, de cócoras, e de estar com o joelho dobrado por um longo período de tempo. A causa exata da dor femoropatelar não é conhecida. Ela provavelmente tem a ver com a maneira com que sua patela (rótula) move-se no sulco de seu osso da coxa (fêmur). Dor femoropatelar também pode ser o resultado de irritação dos tecidos moles em torno da frente do joelho. Tendões tensos são bastante comuns em atletas. Outros fatores que contribuem para dor femoropatelar incluem uso excessivo, desequilíbrio muscular e alongamento inadequados. Dor que começa em outra parte do corpo, como as costas ou do quadril, pode causar dor no joelho (dor referida).

Em algumas pessoas com este diagnóstico, a patela está fora de alinhamento. Se assim for, atividades vigorosas podem causar estresse excessivo e desgaste na cartilagem da patela. Isso pode levar ao amolecimento e colapso da cartilagem na patela (condromalácia patelar) e causar dor no osso subjacente e irritação da superfície comum.

Fraqueza muscular dos músculos anteriores da coxa (quadríceps) são normalmente associados com dor femoropatelar. A incapacidade para contrair o quadríceps significa que a patela não é mantida em seu canal no osso da coxa (fêmur) e por isso a área de contato da articulação femoropatelar é diminuída, o que leva a um aumento do estresse em outras áreas da superfície articular. A Banda iliotibial (ITB) também influencia a posição da patela e do osso da tíbia.Um desequilíbrio da banda iliotibial leva a um desvio da patela lateralmente quando encurtada.

O que posso fazer para ajudar meu joelho ficar melhor e doer menos?

Fazer uma pausa de atividade física que causa impacto constante em suas pernas, como corrida, vôlei ou basquete. Se você quiser manter o exercício, tente natação ou outra atividade de baixo impacto. Você pode tentar usar a máquina elíptica, que é facilmente encontrada em academias e não causam nenhum impacto nas articulações. Esse tipo de máquinas suportam o seu peso corporal, e colocam menos estresse nos joelhos.

Quando você não sentir mais nenhuma dor em seus joelhos, você pode voltar a seu ritmo normal de atividade física. Mas faça isso devagar, aumentando a quantidade de tempo que você faz da atividade desportiva um pouco de cada vez.

Exercícios específicos podem ajudar a fortalecer os músculos e aliviar a sua dor. Cada exercício deve levar alguns minutos. Fazê-los duas vezes por dia é um bom começo. Siga corretamente a orientação do seu médico e fisioterapeuta que indicarão quais os exercícios que são indicados para você. O tipo de calçado usado também influencia significativamente o alinhamento de suas articulações, é trazer os seus sapatos para serem avaliados por seu médico ou fisioterapeuta. Sapatos adequados para caminhar ou correr pode ajudar a diminuir a dor no joelho. Até mesmo um suporte interno simples para apoio do arco plantar pode ser útil nos casos de pés planos.

Antinflamatórios comprados sem a necessidade de prescrição também podem ajudar a aliviar a sua dor, mas converse com seu médico antes de tomar qualquer medicamento.

Prevenção

Mantenha uma boa forma física. Bom condicionamento geral é importante para o controle e prevenção da dor femoropatelar. Se você estiver com sobrepeso, você pode precisar emagrecer para evitar a sobrecarga nos joelhos.

Alongue-se antes de correr ou de qualquer outro exercício; primeiro faça um aquecimento de 5 minutos, seguido de exercícios ativos de alongamento. Alongamento, específico ao esporte a ser praticado mantém os seus músculos flexíveis e diminui a tendência a irritação das estruturas ao redor do joelho com o exercício. Alongue-se antes e após o exercício. Aumente a intensidade do exercício gradualmente. Evite mudanças bruscas na intensidade do exercício. Aumente a força ou a duração das atividades gradualmente.

Utilize um calçado apropriado para o tipo de exercício escolhido. Use um tênis com boa absorção de choques e qualidade de construção. Certifique-se que os sapatos se encaixam corretamente e estão em boas condições. Se você tem pés chatos, você pode precisar de palmilhas para suporte do arco plantar.

Use boa técnica para correr. Incline-se para a frente e mantenha os joelhos dobrados. Além disso, busque correr em uma superfície lisa, e razoavelmente suave. Nunca corra em linha reta, colina abaixo. Caminhe, ou corra em ziguezague.

Tratamento

O tratamento depende da causa da dor no joelho, e geralmente é não-cirúrgico.

Cuidado Imediato

Pare de fazer qualquer atividade que possa piorar a dor no joelho. Não retome atividades que piorem seus sintomas até que você possa fazê-las sem qualquer dor.

Use a fórmula RICE (Rest, Ice, Compression, Elevation):

Descanso (rest):

Evite colocar peso sobre o joelho dolorido. Alguns atletas mudam temporariamente para uma atividade que não causa sobrecarga, tal como a natação.

Gelo (ice):

Aplique compressas frias ou gelo envolto em uma toalha por curtos períodos de tempo, várias vezes ao dia. A aplicação de gelo nos joelhos por 10 a 20 minutos após a atividade física ajuda a diminuir a inflamação e a dor.

Compressão (Compression):

Use uma joelheira básica com corte para acomodar a patela, permitindo que ela se encaixe perfeitamente sem causar dor.

Elevação (Elevation):

Mantenha sua perna elevada na altura de seu coração quando sentado ou recostado.
Se o seu joelho não melhorar com repouso, depois de 3 ou 4 semanas, contacte o seu médico pois outras medidas podem ser necessárias.

Medicamentos antinflamatórios como a aspirina ou ibuprofeno podem auxiliar no alívio da dor. Seu médico lhe recomendará a medicação correta para seu caso. A síndrome femoropatelar geralmente responde bem ao tratamento precoce e recondicionamento.

Quais são os objetivos do tratamento de fisioterapia para a Síndrome da Dor Femoropatelar?

Em primeiro lugar, para aliviar a dor, isto pode ser conseguido usando técnicas de taping para a patela ou órtese. Modalidades como acupuntura e electroterapia também podem ser útil, juntamente com a mobilização conjunta da patela por um fisioterapeuta. A segunda parte para tratamento é melhorar o deslizamnto da patela em seu sulco na extremidade inferior do osso do fêmur, que poderia envolver exercícios de alongamento dos músculos encurtados ou fortalecimento dos músculos enfraquecidos. As especificidades dos exercícios exigidos devem depender muito das características individuais de cada paciente que são encontradas na avaliação fisioterápica.

Uma das razões mais comuns para a falha no tratamento da dor femoropatelar é o paciente receber um programa de exercícios genéricos, ao invés de um conjunto de exercícios adaptados e específicos para cada paciente. Exercícios fisioterápicos para o tratamento deste diagnóstico não devem ser exercícios de abordagem única para todos os pacientes com este problema.